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Destaques A Bola

O universo desportivo português continua a gerar notícias de grande impacto, com destaque para vários desenvolvimentos que marcam a atualidade do futebol nacional e internacional. A bola não para de rolar e os acontecimentos sucedem-se a um ritmo intenso.

Cerimónia do Prémio Norte-Sul destaca crueldade em Gaza e mortes de jornalistas

O Presidente da República, António José Seguro, sintetizou esta terça-feira a realidade vivida em Gaza como um quotidiano em que o "modo de vida" é "fugir das bombas", o "objetivo de vida" é "sobreviver com a família" e a "emoção de vida" é o "desespero". As palavras foram proferidas durante a cerimónia de entrega do Prémio Norte-Sul do Conselho da Europa, realizada na Assembleia da República.

Na ocasião, António José Seguro evidenciou a brutalidade enfrentada por famílias encurraladas em Gaza e as mortes de jornalistas em cenários de conflito, ao homenagear Rami Abou Jamous, repórter de guerra palestiniano, e Bragi Guðbrandsson, islandês defensor dos direitos da criança.

No seu discurso, Seguro recordou "o sonho de Walid, filho do jornalista Rami Abou Jamous, de que um dia impere a Justiça". O Presidente explicou que o pai, "ao mesmo tempo que narra a crueldade a que a sua família, e muitas outras, encurraladas em Gaza, estão a ser sujeitas, cria um imaginário protetor para o seu filho de três anos". Citando o diário do jornalista, referiu como Rami fez o filho acreditar que mísseis e bombas eram apenas fogo de artifício, mas que a criança começa a compreender que esse "fogo de artifício" pode ser perigoso.

Para o Presidente, "a realidade mortal de que fala Rami Abou Jamous" pode ser resumida desta forma: "Modo de vida: fugir das bombas; Objetivo de vida: sobreviver com a família; Estilo de vida: cada dia é um sobressalto; Emoção de vida: desespero; Espírito de vida: injustiça; Testemunho de vida: mortes; Partilha de vida: ser ouvido, gritar à consciência da humanidade". Este resumo capta a essência do sofrimento que milhares de pessoas enfrentam diariamente.

António José Seguro salientou ainda o papel de Rami Abou Jamous como correspondente de guerra, distinguido pelo "contributo excecional na divulgação de relatos em primeira mão sobre a vida em zonas de conflito" e por evidenciar "as difíceis condições enfrentadas pelos jornalistas, nomeadamente em Gaza".

O chefe de Estado recordou que "os jornalistas são também alvos dessa barbárie". "Em Gaza e no Líbano, em particular", acrescentou. Recorrendo aos dados do Comité para a Proteção de Jornalistas, afirmou que, "no ano passado, dos 129 jornalistas que perderam a vida em todo o mundo enquanto exerciam o seu trabalho, quase metade foram mortos em Gaza".

Ainda com base em dados da mesma organização, Seguro lembrou que "as Forças de Defesa de Israel foi a entidade governamental que matou mais jornalistas desde que o Comité começou a documentar os casos em 1992". Já este ano, "16 dos 27 jornalistas mortos foram vítimas de ataques israelitas", segundo a organização não-governamental Campanha Emblema de Imprensa, tendo a maioria das mortes ocorrido "no Médio Oriente, sobretudo no Líbano e em Gaza".

No arranque da sua intervenção, o chefe de Estado admitiu falar com "um prazer dorido", perante "a contradição brutal dos tempos que correm": de um lado, "países e líderes políticos apostados na tragédia, a propagar o desprezo pelos direitos humanos"; do outro, "vozes que se agigantam e estremecem a indiferença".

O Presidente valorizou ainda os jornalistas que, apesar de serem também alvos da violência, "não baixam a voz". Estes profissionais procuram "relatar uma realidade distorcida pelas armas e pela propaganda", devolvendo à sociedade "o incómodo". O papel dos jornalistas é, neste contexto, mais vital do que nunca para que a verdade possa ser ouvida.

Referindo-se a Gaza, ao Líbano, à Ucrânia e ao Sudão, observou que a assinatura de um tratado de paz "não significa o fim da guerra", porque "os traumas continuam, em particular nas crianças".

Na mesma intervenção, o Presidente destacou o papel de Bragi Guðbrandsson, "reconhecido defensor dos direitos da criança e pioneiro do modelo Barnahus (Casa das Crianças)", cujo trabalho tem contribuído para fortalecer a proteção da infância. O artigo completo desta cerimónia revela como ambos os homenageados representam faces complementares da luta pelos direitos humanos.

O Presidente citou Guðbrandsson, recordando que as crianças "devem crescer no seio de suas famílias" e que, em momentos de crise, "as famílias devem receber apoio das autoridades públicas", considerando o acolhimento institucional "uma exceção, uma solução temporária – o mais breve possível".

Para António José Seguro, a atribuição do Prémio Norte-Sul reconhece "as vozes que cuidam dos mais frágeis e se insurgem contra a violência", num período em que a guerra e a violação dos direitos humanos continuam a desafiar a comunidade internacional.

Operação Almocreve: detenção no Aeroporto de Lisboa eleva número de detidos para 24

A Diretoria do Norte da Polícia Judiciária comunicou esta terça-feira que o número de detidos no âmbito da operação "Almocreve" subiu para 24. Esta operação incide sobre uma organização criminosa de caráter transnacional, dedicada à constituição de sociedades comerciais, abertura de contas bancárias e criação de circuitos financeiros destinados à dissimulação de fundos de proveniência ilícita, maioritariamente associados a burlas praticadas em diversos países europeus.

A detenção mais recente ocorreu na segunda-feira, pelas 11h30, no Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, quando o suspeito, um cidadão estrangeiro cuja nacionalidade não foi revelada pela PJ, se preparava para desembarcar. O detido é suspeito da prática de crimes de associação criminosa, branqueamento, burla qualificada, falsidade informática e falsificação de documentos agravada, estando em causa movimentos financeiros ilícitos na ordem dos 30 milhões de euros.

Na sequência desta detenção, foram realizadas buscas domiciliárias nas quais foram localizados e apreendidos diversos objetos e documentação com interesse probatório para a investigação em curso.

Ainda no contexto da operação "Almocreve", que teve início em março deste ano, foram já efetuadas 24 detenções, 16 das quais em território nacional. Posteriormente, concretizaram-se mais sete detenções: duas em território nacional, uma no Reino Unido, duas em Espanha, uma em França e uma em Itália, no âmbito da execução de mandados de detenção europeus.

O detido vai ser presente à autoridade judiciária competente para primeiro interrogatório judicial e aplicação das medidas de coação adequadas. A investigação prossegue em estreita articulação com autoridades nacionais e internacionais.

Diogo Dalot integra convocatória de Roberto Martínez para o Mundial 2026

Diogo Dalot foi, pela segunda vez na sua carreira, chamado para representar Portugal num Campeonato do Mundo, figurando na lista de Roberto Martínez para a edição de 2026, que vai realizar-se nos Estados Unidos, México e Canadá.

"É um grande orgulho fazer parte pela segunda vez do grupo que vai defender as cores de Portugal no Campeonato do Mundo. Jogar um Mundial é o ponto mais alto da carreira de qualquer futebolista, e depois de uma época muito positiva, onde ajudei o Manchester United a voltar à Liga dos Campeões e ao top-3 da Premier League, sinto-me física e mentalmente num excelente momento para ajudar a nossa Seleção a tentar dar uma grande alegria a todos os portugueses", declarou o jogador.

Diogo Dalot, com 27 anos de idade, conta 33 internacionalizações pela seleção de Portugal, tendo apontado três golos. Nesta temporada, ao serviço do United, acumula 36 partidas disputadas, com um golo e três assistências.

Albufeiras em situação histórica com 92% de armazenamento médio

"Nós estamos na melhor situação de sempre. Nunca estivemos assim. Temos as albufeiras literalmente cheias. A albufeira da Bravura, no Algarve, que os portugueses conhecem por não ter água, está a 99%", afirmou José Pimenta Machado, presidente da Agência Portuguesa do Ambiente (APA), na apresentação do balanço dos aquíferos e das reservas estratégicas de água.

"Este comboio de tempestades fez muitos estragos, mas trouxe uma coisa boa, que foi recuperar as nossas albufeiras e os nossos aquíferos. Agora vamos gerir e monitorizar", acrescentou o responsável máximo da APA.

Face a esta situação favorável, as restrições ao licenciamento de novas captações de água subterrânea foram levantadas, à exceção da Campina de Faro. José Pimenta Machado explicou que, para grandes utilizações, serão solicitados reportes automáticos do consumo de água, realizados através de telemetria, como já acontece na região do Algarve.

A ministra do Ambiente, Maria da Graça Carvalho, explicou que "a situação nas barragens é confortável para o verão, para o consumo humano e para as atividades agrícolas, industriais e do turismo". No entanto, sublinhou que é necessário manter um uso moderado da água: "É preciso ter esta noção de que, de um momento para o outro, podemos ter menos chuva e as indicações que temos é de que vamos ter um verão difícil."

Análise completa à convocatória de 27 jogadores para o Mundial 2026

Enquanto procurava explicar com total clareza as razões por detrás das suas escolhas, Roberto Martínez travou uma batalha discursiva. O selecionador não queria que se afirmasse que havia deixado jogadores de fora: "Não deixámos ninguém fora, entraram 27 jogadores na lista." Ao demarcar-se da responsabilidade de excluir nomes, atribuiu aos convocados o mérito de terem conquistado o seu lugar para o Mundial 2026.

Baseando-se num processo que descreveu como "profissional", "responsável" e "honesto", o selecionador nacional elaborou uma lista que pode parecer desequilibrada, com tendência para sobrecarregar as posições defensivas e a zona da baliza. Ao todo, são 27 os jogadores selecionados, um número considerável que, ainda assim, não foi suficiente para incluir todos os candidatos merecedores.

Quatro guarda-redes e cinco laterais na lista

Para proteger a baliza, Roberto Martínez decidiu convocar quatro guarda-redes. Três deles – Diogo Costa, José Sá e Rui Silva – para serem utilizados nos jogos, e um para integrar os treinos. Ricardo Velho ocupa o último lugar na hierarquia, mas o treinador conversou com ele e o guardião do Gençlerbirligi demonstrou estar "preparado para ajudar a seleção em tudo o que fosse necessário".

"Precisamos de utilizar as regras. Se houver uma lesão durante o torneio, só o guarda-redes pode ser substituído. A nossa metodologia de trabalho tem alta intensidade em todos os treinos. Há muita finalização. Trabalhamos muito no último terço e precisamos de mais um guarda-redes", justificou o técnico.

Outra decisão que gerou debate foi a convocação de um quinto lateral. Diogo Dalot, Matheus Nunes, Nélson Semedo, João Cancelo e Nuno Mendes compõem o lote de opções para as laterais e irão revezar-se num posto considerado "muito exigente fisicamente", especialmente quando a "temperatura" e o "fuso horário" começarem a afetar o rendimento.

Com Roberto Martínez, fazer previsões com base no passado é sempre arriscado. Os quatro guarda-redes e os cinco laterais foram os novos temas de discussão. Depois, permanecem as questões habituais que surgem em cada conferência na Cidade do Futebol.

O terceiro ponta de lança e os jogadores excluídos

A escolha do terceiro ponta de lança tem alimentado o debate há bastante tempo. Gonçalo Guedes, tal como aconteceu em março, voltou a assumir esse papel. O avançado da Real Sociedad é, segundo o radar de Roberto Martínez, o jogador com as "características mais próximas às do Diogo Jota". "Tem mais flexibilidade para jogar por fora, por dentro, abrir espaços, contra-ataques, movimentos diferentes de um ponta de lança", detalhou o selecionador.

Entre os jogadores que não foram convocados, Roberto Martínez contactou pessoalmente sete deles, por uma questão de "transparência e honestidade". Quando Paulinho acordar, o selecionador irá também entrar em contacto com o avançado. Ricardo Horta e António Silva são fortes candidatos a terem conseguido ouvir antecipadamente as justificações para as suas ausências.

A abordagem rejeitada de Eli Junior Kroupi

Uma das exclusões menos previsíveis foi a de Eli Junior Kroupi, avançado de 19 anos que soma 12 golos esta época no Bournemouth e que poderia ter optado por representar Portugal. "Existiu um contacto. Tentámos antes do estágio de março. Tivemos uma abordagem. Uma coisa é acompanhar os jogadores que podem vestir a camisola de Portugal, outra é se o jogador quer. Neste caso, o Junior queria jogar pela França. É um aspeto que respeitamos", revelou o treinador.

Apesar das muitas palavras que domina em português, Roberto Martínez ainda não consegue juntar favoritismo, seleção e mundial na mesma frase. "Só uma seleção que já ganhou o Mundial é que pode ser favorita. Candidatos é uma palavra melhor." O catalão reiterou ainda que não se preocupa com o impacto que o desempenho no torneio possa ter na sua continuidade no cargo. "O mais importante é o Mundial. A minha posição não é importante."

Agora, como referiu, é tempo de "começar a lutar contra a história" ou, parafraseando Pedro Abrunhosa como o selecionador fez, "fazer aquilo que nunca foi feito".

Em grande plano: Afonso Moreira na equipa do ano da Ligue 1

O jornal L'Équipe divulgou, esta terça-feira, a equipa do ano da Ligue 1, competição correspondente ao principal escalão do futebol francês. Entre os jogadores escolhidos por esta prestigiada publicação, destaca-se a presença de Afonso Moreira.

O jovem extremo do Lyon, atualmente com 21 anos, realizou uma temporada notável e as estatísticas comprovam esta narrativa: oito golos e dez assistências em 37 jogos disputados em todas as competições.

O avançado é o único português presente nesta seleção, sendo que Nuno Mendes ficou relegado para o banco de suplentes. Malang Sarr, antigo defesa do FC Porto, também se encontra neste segundo lote. As escolhas para esta equipa são fundamentadas nas avaliações atribuídas ao longo do ano, numa escala de zero a dez.

Foto oficial dos campeões nacionais 2025/2026 do FC Porto

O FC Porto partilhou hoje a fotografia oficial dos campeões nacionais 2025/2026, uma imagem captada no relvado do Estádio do Dragão. Todos os elementos que integram o plantel portista estiveram presentes na sessão, incluindo Vasco Santos que, apesar de não ter somado qualquer minuto na temporada pelos dragões, foi chamado para ficar registado para a posteridade.

O extremo Yann Karamoh foi o único futebolista ausente da foto oficial. Desde janeiro que o jogador deixou de fazer parte do plantel principal, passando a treinar à margem do grupo de trabalho.

Mourinho mantém-se ao serviço do Benfica enquanto Real Madrid aguarda

José Mourinho esteve presente esta terça-feira no Seixal, dando continuidade ao seu trabalho ao serviço do Benfica, clube com o qual mantém contrato válido. O técnico chegou ao centro de treinos por volta das 11 horas, mas não prestou qualquer declaração aos jornalistas que aguardavam no local.

Embora o Benfica não tenha mais nenhum jogo esta época, a equipa técnica dos encarnados continua a apresentar-se diariamente, uma vez que os seus elementos ainda estão vinculados contratualmente. Esta situação mantém-se apesar do interesse público do Real Madrid em contratar José Mourinho e os seus adjudantes.

A oficialização de um eventual acordo entre o treinador e os merengues não deverá acontecer durante esta semana, mas apenas quando o Real Madrid conclua a La Liga. Falta uma jornada para a competição terminar.

Resumo da análise à lista de Roberto Martínez para o Mundial

Ronaldo rumo ao sexto mundial e João Neves como mais novo

Roberto Martínez definiu os eleitos da seleção portuguesa para o Campeonato do Mundo de 2026, optando por uma convocatória de "27+1 jogadores" – assim a descreveu, em referência ao quarto guarda-redes e ao sempre presente Diogo Jota.

O principal destaque vai para Cristiano Ronaldo. Aos 41 anos e três meses, o capitão prepara-se para fazer história ao disputar o seu sexto Campeonato do Mundo – um feito sem precedentes no futebol internacional que, em princípio, partilhará com Lionel Messi. O astro português entra diretamente para o top-5 dos jogadores mais velhos de sempre nesta competição, lista encabeçada pelo egípcio Essam El-Hadary (45 anos, em 2018) e que inclui ainda Craig Gordon (Escócia), neste torneio de 2026, Faryd Mondragón (Colômbia) e Roger Milla (Camarões).

No extremo oposto da experiência encontra-se João Neves. apenas 21 anos, o médio do PSG é o mais novo da comitiva. Quando Ronaldo se estreou em mundiais, na Alemanha em 2006, o jovem centrocampista tinha apenas um ano e meio de vida.

Continuidade e estreias na convocatória

A continuidade é uma das marcas desta convocatória, com 15 dos escolhidos a repetirem a presença em relação ao Mundial do Qatar. Além de Ronaldo, transitam Diogo Costa, José Sá, Diogo Dalot, Rúben Dias, Nuno Mendes, João Cancelo, Bruno Fernandes, Bernardo Silva, Vitinha, Rúben Neves, Matheus Nunes, João Félix, Rafael Leão e Gonçalo Ramos.

Em contrapartida, há espaço para estreias absolutas em fases finais. Tomás Araújo, Renato Veiga, Samu Costa e Trincão vão sentir o peso de uma grande competição pela primeira vez, enquanto Ricardo Velho surge como novidade para o posto de quarto guarda-redes.

No que toca à distribuição por ligas, 17 dos convocados atuam nas cinco principais competições europeias. A Premier League inglesa lidera com sete jogadores, seguida pela La Liga e pela Ligue 1, cada uma com quatro representantes. Do campeonato português chegam cinco atletas: Diogo Costa, Rui Silva, Gonçalo Inácio, Tomás Araújo e Trincão.

O PSG distingue-se como o clube mais representado na Seleção Nacional, fornecendo o quarteto composto por Gonçalo Ramos, Vitinha, João Neves e Nuno Mendes. Estes jogadores juntar-se-ão à comitiva lusa após disputarem a final da Liga dos Campeões contra o Arsenal, agendada para o dia 30 de maio.

Custódio Castro explica saída do Alverca

Custódio Castro abordou, esta terça-feira, a sua saída do comando técnico do Alverca. Durante a palestra no XX Congresso de Futebol da Universidade da Maia, o treinador expôs os motivos que o levaram a tomar esta decisão.

"Foi uma época dificílima, um desafio de vida se olharmos para os riscos inerentes, mas nunca me faltou coragem para assumir um projeto como o Alverca no meu primeiro ano como treinador na Liga Portugal", começou por declarar.

"Reconheço que a saída apresenta-se como uma surpresa, mas, independentemente do grande trabalho que realizámos, há valores que não abdico e foi por aí, porque deixei muito claro que deixaria imediatamente a posição se sentisse que os valores que defendo não eram compatíveis", prosseguiu o técnico.

O timoneiro, de 42 anos, explicou que "profissionalismo, honestidade e falar a verdade todos os dias" são princípios dos quais não abdica. O antigo jogador sublinhou ainda que "não existem duas verdades".

Sobre o futuro, Custódio não revelou qualquer pista concreta: "Ainda não rescindi o contrato com o Alverca, mas dei a minha palavra nesse sentido e é isso que vai prevalecer. Sou um homem de sorte e de família. Sei que vão surgir outros contratos e nunca me faltará nada."

"Também acho que o nosso trabalho não passou despercebido e em função disso mesmo pode surgir uma ou outra situação. Quem olha para o Custódio vê valores e quem o contratar não só sabe quais são as suas competências técnicas, mas também o homem que terá", acrescentou ainda.

Por fim, recordou como decorreu o processo que o levou ao clube alverquense, após ter orientado o SC Braga B. "Na primeira reunião apresentei o meu modelo de jogo. Na segunda apresentei ao scouting as características dos jogadores a contratar para cada posição mediante o meu modelo e, na terceira reunião, esta já presencial, apresentei o meu plano para desenvolver o clube, porque ninguém pense que um treinador é contratado só para treinar", concluiu.

Recorde-se que nesta temporada, o treinador conduziu a equipa ribatejana a dez vitórias, dez empates e 16 derrotas.